Sobre o Rota em Branco
As nossas viagens, histórias reais e tudo aquilo que aprendemos pelo caminho.

Marcelo Silva
Eu sou o Marcelo, criador do Rota em Branco. Viajo com a Cátia e é por aqui que transformo as nossas viagens, experiências e descobertas em histórias, roteiros e dicas para quem também quer partir à descoberta.
Olá, eu sou o Marcelo
Sou português, trabalho na área tecnológica e sou a pessoa por trás do Rota em Branco.
Mas há uma pessoa que vais encontrar muitas vezes nestas histórias: a Cátia.
É comigo que ela partilha estas viagens, desde escolhermos para onde vamos até aos quilómetros que fazemos a explorar uma cidade, aos restaurantes que experimentamos, aos planos que correm bem e àqueles que acabam completamente ao lado do que tínhamos imaginado.
Neste momento, ela prefere estar desse lado da viagem em vez de assumir o papel de criadora de conteúdo. E está tudo bem assim. O Rota em Branco é escrito e criado por mim, mas grande parte das histórias que conto por aqui são, inevitavelmente, nossas.
Como nasceu o Rota em Branco
Ao longo dos anos fomos viajando cada vez mais e percebemos que de cada destino trazíamos muito mais do que fotografias.
Ficavam histórias, lugares que recomendaríamos sem pensar duas vezes, restaurantes que descobrimos por acaso, coisas que numa próxima viagem faríamos de maneira diferente e uma quantidade absurda de pequenas informações que teríamos adorado conhecer antes de partir.
Eu já tinha também o hábito de pesquisar, planear e organizar as nossas viagens ao detalhe.
Então surgiu uma ideia bastante simples:
porque não guardar tudo isto num lugar que também possa ajudar outras pessoas?
Foi assim que nasceu o Rota em Branco.
Porquê “Rota em Branco”?
Porque todas as viagens começam mais ou menos da mesma maneira.
Com um mapa praticamente vazio.
Às vezes há apenas um destino. Outras vezes há um voo que apareceu a bom preço, um lugar que queremos conhecer há anos ou simplesmente aquela conversa de “e se fôssemos até…?”
Depois começam a surgir os pontos no mapa.
O hotel. Os lugares que queremos visitar. Os restaurantes. Os transportes. As reservas. As experiências.
E, quando finalmente partimos, aparecem também aquelas coisas que nenhum planeamento consegue prever.
É aí que aquela rota em branco se transforma numa história.
As nossas viagens
A nossa rota já nos levou a destinos muito diferentes.
Passámos pelos canais de Veneza, descobrimos Ponta Delgada e os Açores, explorámos Roma e Milão, percorremos Londres, vivemos alguns dias entre praias e noites de Ibiza, conhecemos Paris e atravessámos o Atlântico em busca das águas das Caraíbas em Bayahibe, na República Dominicana.
Cada destino deixou histórias diferentes.
E ainda temos muito mapa por preencher.
O que vais encontrar por aqui
Não quero transformar o Rota em Branco num catálogo de destinos nem escrever sobre lugares onde nunca estivemos apenas porque alguém os pesquisa no Google.
A ideia é precisamente o contrário.
Quero usar as viagens que realmente fazemos como ponto de partida.
Contar como organizámos os dias, onde ficámos, aquilo que visitámos, o que adorámos, aquilo que provavelmente não repetiríamos, quanto gastámos quando essa informação puder ser útil e todas aquelas pequenas descobertas que só aparecem quando estamos realmente no destino.
Por isso vais encontrar por aqui roteiros reais, guias, experiências, custos, dicas práticas e histórias das nossas viagens.
Nem tudo corre como planeado
Viajar também significa perceber rapidamente que um roteiro é apenas um plano.
Há voos cancelados. Meteorologia que decide não colaborar. Filas maiores do que esperávamos. Lugares que parecem incríveis nas fotografias e afinal não impressionam assim tanto.
E depois acontece o contrário.
Entramos numa rua sem qualquer expectativa, encontramos um restaurante por acaso ou mudamos completamente os planos e acabamos por criar uma das melhores memórias da viagem.
Também quero contar essas partes.
Porque o objetivo do Rota em Branco não é mostrar viagens perfeitas.
É mostrar viagens reais.
Ainda há muito espaço no mapa
O Rota em Branco está apenas a começar.
Há viagens antigas que ainda quero transformar em histórias, novas aventuras que estão a chegar e muitos lugares onde nós próprios ainda nunca estivemos.
E talvez essa seja precisamente a melhor parte.
Nunca sabemos exatamente o que vai acabar por preencher o próximo espaço no mapa.
A rota começa em branco. O resto escreve-se pelo caminho.