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Rota em Branco
Ibiza

Ibiza em 4 dias: o nosso roteiro entre praia, all inclusive e Ushuaïa

Quatro dias em Es Canar entre praia, piscina, buffet, Cala Llonga, uma noite com Martin Garrix no Ushuaïa e uma garrafa de água de 15€.

14 min de leitura
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Há viagens em que fazemos uma lista com vinte sítios para visitar.

Há horários.

Reservas.

Museus.

Quilómetros a pé.

E depois há viagens em que o principal objetivo é absolutamente o contrário:

não fazer nada.

Ou, pelo menos, fazer o mínimo possível.

A nossa viagem a Ibiza, em julho de 2025, foi precisamente isso.

Depois de várias viagens em que tentámos aproveitar cada hora para conhecer uma cidade, desta vez queríamos praia, piscina, comida disponível sem termos de pensar muito no assunto e alguns dias de descanso.

Foi também a nossa primeira experiência num hotel em regime de tudo incluído.

E, aparentemente, bastaram quatro dias para ficarmos convencidos.

Levávamos apenas mochilas.

Três noites.

Quatro dias.

Zero vontade de transformar as férias numa maratona turística.

Mas como ficar quatro dias sem nenhuma história inesperada seria demasiado fácil, também conseguimos encaixar uma noite no Ushuaïa com Martin Garrix, onde descobrimos que uma simples garrafa de água podia custar:

15 €.

Ibiza tem várias formas de nos lembrar que estamos em Ibiza.

Essa foi uma delas.

Dia 1 — Do Porto para Es Canar, com escala nos daiquiris

O nosso voo saiu do Porto às:

06h35.

Não é propriamente uma hora agradável para começar o dia.

Mas quando o destino é Ibiza, torna-se ligeiramente mais fácil aceitar o despertador.

Voámos diretamente com a easyJet e aterrámos por volta das:

09h10.

Sem atrasos.

Sem desvios.

Sem aeroportos errados.

Nada.

Quase suspeito.

Depois de aterrar, seguimos para o ponto de encontro indicado pela Record Go, onde tínhamos reservado o carro.

Um transfer levou-nos até ao balcão da rent-a-car e, pouco depois, já tínhamos as chaves de um:

Toyota Aygo X Cross.

Destino:

Es Canar.

Porque decidimos alugar carro em Ibiza

Do aeroporto até Es Canar são aproximadamente:

35 a 40 minutos de carro.

E, apesar de esta ser uma viagem muito mais parada do que outras que já fizemos, queríamos continuar a ter liberdade para conhecer algumas praias e deslocarmo-nos pela ilha sem depender de horários.

O carro acabou por servir exatamente para isso.

Ir até outras praias.

Conhecer a cidade de Ibiza.

Ir ao Ushuaïa.

E regressar ao hotel quando quiséssemos.

Não fizemos centenas de quilómetros.

Mas para o tipo de viagem que tínhamos planeado, deu-nos liberdade suficiente para justificar o aluguer.

O nosso hotel em Ibiza

Ficámos no:

Leonardo Royal Hotel Ibiza Santa Eulalia

na zona de Es Canar.

E aqui começou oficialmente a experiência do tudo incluído.

Chegámos bastante antes das 15h00, que era a hora do check-in.

Mas o hotel deixou-nos começar imediatamente a utilizar as instalações.

Não tínhamos quarto.

Mas tínhamos:

praia

piscina

esplanada

comida

e:

bebidas.

Levávamos apenas mochilas, por isso também não estávamos propriamente presos a uma montanha de bagagem.

A solução foi bastante simples.

Sentámo-nos na esplanada.

E começámos as férias com:

daiquiris.

Já tivemos piores esperas por um check-in.

Um hotel com acesso direto à praia

Uma das melhores características do hotel era a localização.

Tínhamos acesso direto à praia.

Não era preciso pegar no carro.

Não era preciso andar vinte minutos.

Saíamos da zona do hotel e estávamos praticamente na areia.

Passámos a manhã entre a esplanada, praia, comida e bebidas.

E foi provavelmente aí que percebemos que aquela viagem ia ter um ritmo completamente diferente das anteriores.

Não tínhamos pressa.

Não havia:

“temos de sair daqui porque ainda faltam quatro atrações”.

Podíamos simplesmente ficar.

E foi exatamente isso que fizemos.

Finalmente, o check-in

Ao final da tarde entrámos no quarto.

Tínhamos reservado um:

Comfort Double Room.

Deixámos as mochilas.

E voltámos imediatamente a sair.

Aproveitámos a praia até cerca das 18h00 e depois ainda fomos para a piscina, que fechava por volta das 19h00.

Depois:

banho.

Buffet.

Jantar.

E um passeio pela zona de Es Canar.

Nada particularmente cinematográfico aconteceu.

E essa era precisamente a ideia.

Voltámos ao hotel.

E fomos dormir.

Quanto custou o hotel?

Ficámos três noites em regime de:

tudo incluído.

O pacote incluía as refeições e uma seleção de bebidas.

Pelas três noites, para duas pessoas, já com IVA e taxa turística incluídos, pagámos:

746,10 €

Pode parecer bastante para apenas três noites.

Mas há uma diferença importante relativamente a um hotel normal.

Durante praticamente toda a estadia, não precisávamos de gastar dinheiro para comer ou beber fora do hotel.

Pequeno-almoço.

Almoço.

Lanche.

Jantar.

Bebidas.

Grande parte do orçamento de alimentação já estava incorporado naquele valor.

E isso mudou completamente a forma como vivemos a viagem.

Dia 2 — Figueral, Cala Llonga e a nossa praia favorita de Ibiza

No segundo dia começámos com o pequeno-almoço no hotel.

E depois decidimos justificar um bocadinho o carro que tínhamos alugado.

Saímos de Es Canar para conhecer outras zonas da ilha.

Uma das primeiras paragens foi:

Platja des Figueral.

Ficámos algum tempo pela zona e depois seguimos para outra praia.

Uma que acabou por ganhar facilmente o primeiro lugar da viagem para nós:

Cala Llonga

Não fizemos um estudo científico.

Não visitámos todas as praias de Ibiza.

Não temos uma folha Excel com critérios de avaliação.

Mas das que vimos?

Cala Llonga foi a nossa favorita.

Sem grande discussão.

Praia bonita.

Água tranquila.

E aquele tipo de lugar onde seria muito fácil simplesmente decidir:

“ficamos aqui o resto do dia”.

Mas tínhamos outro incentivo para regressar ao hotel.

O almoço já estava pago.

A grande vantagem do tudo incluído

O segundo dia mostrou perfeitamente porque é que gostámos tanto deste tipo de hotel.

Saíamos.

Íamos conhecer uma praia.

Voltávamos para almoçar.

Saíamos outra vez.

Regressávamos para lanchar.

Não tínhamos de pensar:

“onde vamos comer?”

“quanto vai custar?”

“temos de reservar?”

“este restaurante é bom?”

Nada.

A resposta era quase sempre:

voltamos ao hotel.

E economicamente também fazia sentido.

Se já tínhamos pago pelo tudo incluído, ir almoçar todos os dias a outro lado seria uma espécie de sabotagem financeira voluntária.

Portanto, aproveitámos.

Muito.

Es Canar ao final da tarde

Depois das praias e das idas e vindas ao hotel, aproveitámos o final do dia para explorar mais a zona de Es Canar a pé.

Desta vez fomos para o lado oposto à praia.

Há algumas lojas locais, ruas para passear e aquele ambiente típico de uma zona turística de praia.

Acabámos novamente no hotel.

Ainda fomos à piscina.

Depois:

banho.

Buffet.

Passeio.

Cama.

Se isto parece repetitivo?

Um bocadinho.

Mas férias para descansar também deviam ser assim.

Dia 3 — Cidade de Ibiza de manhã, Martin Garrix à noite

O terceiro dia era diferente.

Era o dia em que tínhamos uma coisa realmente marcada.

À noite:

Ushuaïa.

Mas antes disso ainda aproveitámos a manhã.

Depois do pequeno-almoço pegámos no carro e fomos conhecer o centro e a zona comercial da cidade de Ibiza.

Passeámos por lá até aproximadamente:

13h00 / 13h30.

E depois regressámos.

Sim.

Ao hotel.

Para almoçar.

Já perceberam o padrão.

Preparação para o Ushuaïa

Depois do almoço descansámos.

E ainda fizemos um lanche reforçado antes de sair.

Isto acabou por ser uma excelente decisão.

Porque se há uma coisa que aprendemos sobre o Ushuaïa é:

não é lá dentro que queremos descobrir que estamos com fome e sede.

Por volta das 16h15 / 16h30, saímos de Es Canar.

A viagem de carro demorou aproximadamente:

40 minutos.

Entrámos no Ushuaïa por volta das:

17h15.

E aí começou uma parte completamente diferente da viagem.

Uma noite com Martin Garrix no Ushuaïa

O motivo principal para termos escolhido aquele dia era:

Martin Garrix.

Mas não entrámos apenas para o último nome.

Ficámos desde o início e assistimos aos vários DJs do cartaz até chegar ao espetáculo principal.

E aqui não há propriamente uma opinião complicada:

adorámos.

O espaço.

A produção.

A energia.

A quantidade de gente.

E simplesmente o facto de estarmos em Ibiza, ao ar livre, a ver Martin Garrix atuar.

É uma experiência difícil de reproduzir noutro contexto.

O bilhete custou:

85 € por pessoa.

Para os dois:

170 €

E para nós valeu o dinheiro.

Mas depois existem os preços lá dentro.

E esses já exigem outra conversa.

A garrafa de água de 15 €

Não comprámos uma garrafa de champanhe.

Não pedimos um cocktail sofisticado.

Não pedimos uma garrafa de bebida premium para uma mesa VIP.

Era:

água.

Uma simples garrafa de água.

Preço:

15 €

E era literalmente a opção mais barata que havia.

Quinze euros.

Por água.

Há coisas que sabemos teoricamente antes de visitar Ibiza.

“Os clubes são caros.”

Sim.

Sabíamos.

Mas existe uma diferença entre saber que é caro e estar diante de alguém a pagar 15 € por uma garrafa de água.

Nesse momento, a garrafa quase merecia vir com certificado de autenticidade.

Vale a pena ir ao Ushuaïa?

Para nós:

sim.

Sem dúvida.

Não seria uma coisa que faríamos todas as noites.

Nem sequer faria sentido.

Mas como experiência única durante a viagem?

Valeu totalmente.

Pagámos 85 € por pessoa pelo bilhete e estivemos lá várias horas, a assistir a todo o espetáculo até ao fim.

Martin Garrix era precisamente um dos artistas que queríamos ver.

Portanto, naquele contexto, não sentimos que o bilhete tivesse sido dinheiro mal gasto.

O fim da noite

O espetáculo terminou por volta das:

23h00.

Depois regressámos de carro para Es Canar.

Chegámos ao hotel aproximadamente às:

23h50.

Não havia mais passeio.

Não havia buffet.

Não havia piscina.

Não havia absolutamente nada.

Só:

cama.

E depois de várias horas no Ushuaïa, era tudo aquilo que queríamos.

Dia 4 — Última piscina e regresso ao Porto

No último dia fizemos aquilo que se deve fazer no último dia de umas férias de descanso:

não ter pressa nenhuma.

Acordámos mais tarde.

Tomámos o pequeno-almoço.

E regressámos ao quarto.

Ficámos a descansar até relativamente perto da hora do check-out.

Mas havia uma última vantagem do hotel.

Mesmo depois de entregar o quarto, podíamos continuar a utilizar:

praia

piscina

e:

refeições.

Portanto, fizemos exatamente isso.

Ainda aproveitámos a esplanada.

Ainda almoçámos.

E só depois começámos realmente o regresso.

Entregar o carro e voltar para casa

Saímos do hotel por volta das:

12h30.

Antes de devolver o carro parámos para abastecer.

Depois seguimos até à Record Go, entregámos o Toyota e utilizámos novamente o transfer até ao aeroporto.

O voo de regresso saiu de Ibiza às:

16h00.

E aterramos no Porto por volta das:

16h45.

Quatro dias.

Três noites.

Poucas atrações.

Poucos quilómetros a pé.

Muita piscina.

Muita praia.

E exatamente o tipo de viagem que queríamos naquele momento.

Quanto custou o carro em Ibiza?

O Toyota Aygo X Cross ficou connosco durante três dias.

O valor total, já incluindo combustível e seguro com cobertura total, foi de:

194,46 €

para os dois.

Para esta viagem específica, voltaríamos a alugar.

Não porque Ibiza seja impossível sem carro.

Mas porque nos permitiu organizar os dias exatamente como queríamos.

Cala Llonga.

Figueral.

Cidade de Ibiza.

Ushuaïa.

Hotel.

Sem depender de ninguém.

Para nós, valeu a pena.

Quatro dias chegam para conhecer Ibiza?

Para conhecer Ibiza inteira?

Não.

Mas essa nunca foi a nossa intenção.

Não fomos para fazer um roteiro intensivo pela ilha.

Não visitámos dezenas de praias.

Não fomos à procura de todos os miradouros.

Não fizemos um circuito turístico completo.

Fomos descansar.

E para isso:

quatro dias funcionaram perfeitamente.

Aliás, o facto de a viagem ser curta ajudou.

Foram poucos dias, mas suficientemente longos para desligar.

Praia.

Piscina.

Boa comida.

Algumas voltas de carro.

Uma noite no Ushuaïa.

E regresso a casa.

Se a intenção fosse conhecer verdadeiramente a ilha, provavelmente acrescentaria mais alguns dias.

Mas para umas férias rápidas de praia e descanso?

Voltaria a escolher algo semelhante.

Ibiza é só festa?

Esta viagem também nos ajudou a desfazer um bocadinho essa ideia.

Quando pensamos em Ibiza, é quase inevitável pensar primeiro em:

clubes

DJs

festas

e:

vida noturna.

E sim.

Tudo isso existe.

Nós próprios fomos ao Ushuaïa.

Mas durante o dia vimos uma Ibiza bastante diferente.

Praias tranquilas.

Famílias.

Hotéis.

Piscinas.

Esplanadas.

Zonas onde a maior preocupação do dia parecia ser decidir se íamos primeiro à praia ou à piscina.

Em alguns momentos até nos fez lembrar:

o Algarve.

Só que com a vida noturna colocada vários níveis acima quando o sol desaparece.

Ibiza consegue ser as duas coisas.

E nós gostámos precisamente disso.

Vale a pena ficar em regime de tudo incluído em Ibiza?

Esta foi a nossa primeira experiência.

Portanto, não temos vinte resorts diferentes para comparar.

Mas com base nesta viagem?

sim.

Ficámos rendidos.

Principalmente porque o objetivo era descansar.

Não queríamos passar parte de cada dia à procura de restaurantes.

Não queríamos fazer contas constantemente às refeições.

Não queríamos organizar pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar.

Estava tudo ali.

E quando queríamos sair?

Saíamos.

Quando queríamos voltar?

Voltávamos.

O facto de o hotel ter acesso direto à praia tornou tudo ainda melhor.

Se voltarmos a fazer uma viagem com o mesmo objetivo — descansar durante alguns dias — procurar um tudo incluído vai estar definitivamente entre as primeiras opções.

O que mais gostámos em Ibiza?

Se falarmos de praias:

Cala Llonga.

Foi a nossa favorita.

Se falarmos de experiência:

Ushuaïa.

Mesmo com os preços.

E se falarmos da viagem como um todo?

Provavelmente o facto de não termos sentido necessidade de fazer nada.

Parece contraditório viajar para outro país para não fazer nada.

Mas às vezes é exatamente isso que precisamos.

O que ficou por fazer?

Muita coisa.

Porque quase não tentámos “ver Ibiza”.

E isso significa que temos bastantes razões para voltar.

Outras praias.

Mais zonas da ilha.

Outros lugares que ficaram completamente fora desta viagem.

Talvez numa próxima visita façamos uma Ibiza mais exploratória.

Ou talvez voltemos a reservar um tudo incluído e passemos novamente metade da viagem dentro da piscina.

Ainda não decidimos.

Quanto gastámos em quatro dias em Ibiza?

A nossa viagem aconteceu em julho de 2025.

Os valores seguintes correspondem àquilo que conseguimos documentar da nossa viagem e não devem ser interpretados como preços atuais.

Voos Porto ⇄ Ibiza

Voámos com a easyJet.

O pagamento dos voos, ida e volta para duas pessoas, incluindo o seguro de cancelamento e interrupção de viagem, ficou em:

424,64 €

Dentro desse valor:

46,72 € correspondiam ao seguro de viagem.

Hotel em regime de tudo incluído

Pelas três noites no:

Leonardo Royal Hotel Ibiza Santa Eulalia

num quarto duplo e em regime de tudo incluído, pagámos:

746,10 €

Este valor já incluía:

IVA

e:

taxa turística.

Foi, de longe, a maior despesa da viagem.

Mas também incluía praticamente toda a nossa alimentação e uma seleção de bebidas durante a estadia.

Aluguer de carro

Pelo Toyota Aygo X Cross durante os três dias, incluindo depósito de combustível e seguro com cobertura total:

194,46 €

Ushuaïa Ibiza

Dois bilhetes para a noite em que vimos Martin Garrix:

85 € por pessoa

Total:

170 €

Total da nossa viagem

Somando os valores que conseguimos documentar:

1.535,20 € para duas pessoas

Ou aproximadamente:

767,60 € por pessoa

Este valor inclui:

voos

seguro

hotel em tudo incluído

carro

e:

bilhetes para o Ushuaïa.

Não inclui algumas despesas soltas que já não conseguimos recuperar com rigor.

Por exemplo:

as bebidas que consumimos dentro do Ushuaïa.

A famosa água de 15 €.

Algum dinheiro gasto nas lojas de Es Canar.

Ou eventuais pequenos extras pagos durante a viagem.

Como não temos esses valores documentados, preferimos não inventar.

Havia também estacionamento privado no hotel por:

20 € por dia

mas nós não o utilizámos.

E no check-in foi pedida uma caução de:

100 €

que foi devolvida integralmente no final.

O nosso roteiro de Ibiza resumido

Se quiseres utilizar a nossa viagem como inspiração para quatro dias mais virados para descanso:

Dia 1: voo Porto–Ibiza, levantamento do carro, Es Canar, check-in no Leonardo Royal Hotel, praia, piscina e jantar no hotel.

Dia 2: Platja des Figueral, Cala Llonga, regresso ao hotel para refeições e tarde entre Es Canar, praia e piscina.

Dia 3: cidade de Ibiza durante a manhã, regresso ao hotel para almoço e descanso, Ushuaïa ao final da tarde e Martin Garrix até à noite.

Dia 4: pequeno-almoço, descanso, última praia e piscina, almoço no hotel, entrega do carro e regresso ao Porto.

É provavelmente um dos roteiros menos ambiciosos que alguma vez fizemos.

E talvez tenha sido precisamente por isso que funcionou tão bem.

Nem todas as viagens precisam de terminar com:

“andámos 20 km por dia.”

Às vezes basta terminar com:

“passámos a tarde na piscina.”

E está tudo bem.

Principalmente quando depois podemos dizer que, algures pelo meio, vimos Martin Garrix no Ushuaïa.

E pagámos 15 € por uma água.

Essa parte ainda não ultrapassámos.

Viagem realizada em julho de 2025. Os preços, horários, condições dos alojamentos, alugueres e eventos mencionados podem ter mudado desde a nossa visita.

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